Trio elétrico é reconhecido como Patrimônio Imaterial, Cultural e Histórico de Salvador
O trio elétrico foi reconhecido como Patrimônio Imaterial, Cultural e Histórico de Salvador. A medida foi sancionada pelo prefeito Bruno Reis e publicada no Diário Oficial do Município nesta sexta-feira (6).
De acordo com a lei, fica oficialmente reconhecida a importância do trio elétrico para a cultura e a história da capital baiana. O texto também determina que o órgão municipal responsável pela proteção do patrimônio cultural adote as medidas necessárias para garantir a preservação desse símbolo da cidade.
O documento foi assinado na quarta-feira (4) pelo prefeito Bruno Reis.
O trio elétrico foi criado na década de 1950 pelos músicos Dodô e Osmar Macedo. A ideia surgiu da tentativa de amplificar o som de instrumentos elétricos durante o Carnaval de Salvador.
O primeiro desfile ocorreu em 1950, quando os músicos adaptaram um carro aberto conhecido como “Fobica”, equipado com amplificadores e uma estrutura improvisada para apresentações.
No ano seguinte, os artistas passaram a utilizar uma caminhonete para transportar o equipamento de som. Com o passar das décadas, a estrutura evoluiu até chegar ao modelo atual, instalado em caminhões-palco que percorrem os circuitos do Carnaval de Salvador.
Origem
O termo “trio” surgiu porque três músicos faziam o som nas primeiras apresentações: Dodô, Osmar e Temístocles Aragão. Já a palavra “elétrico” foi associada ao uso de instrumentos amplificados.











